Search

Keep it simple, keep it stupid…

Doninha – Mustela nivalis

A Natureza é algo que me fascina. Desde a mais pequena ave até ao simples mamífero, tudo me apaixona um pouco mais e me traz a calma e serenidade precisa. Na natureza tudo é puro e verdadeiro.

Este pequeno mamífero apareceu-me, super curioso, numa das minhas saídas de campo para observar aves, a minha grande paixão. Super curioso e atrevido, chegou mesmo a estar a uma distancia de menos de 3 metros de mim, sem qualquer receio.

Nunca havia observado antes e julgava-a maior do que é na realidade.

Aqui detalho um pouco as suas características com algumas fotografias que me foram permitidas captar.

A doninha-anã (Mustela nivalis) é uma espécie de doninha, um pequeno mamífero carnívoro da família dos mustelídeos.

Doninha-anã
14207839_10210974694590395_3940189997964401540_o
Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Família: Mustelidae
Subfamília: Mustelinae
Género: Mustela
Espécie: M. nivalis
Nome binomial
Mustela nivalis
Linnaeus, 1766

Com menos de 23 centímetros de comprimento, trata-se do menor mamífero carnívoro vivo. Isso não significa que ela seja o menor mamífero que se alimenta de carne (título que pertence ao musaranho, apesar de sua dieta constituir-se de insetos, e não carne de vertebrados, como no caso da doninha) apenas que é o menor membro vivo da ordem Carnívora, que inclui mamíferos como o cão, o urso, a foca, o quati, a hiena, o gato e o mangusto.

14232028_10210974697430466_4618633269395013028_o.jpg

De pequeno porte, patas curtas e corpo alongado e ágil, próprio para penetrar na toca de roedores, a doninha é muito semelhante à suas primas como a doninha das montanhas, o arminho e o furão, todos do género Mustela.

O corpo da doninha, como já estabelecido, é próprio para caçar presas pequenas. Seu cardápio constitui-se de roedores, coelhos e outros pequenos mamíferos. São animais solitários e agressivos contra os membros de sua própria espécie.

14257594_10210974694550394_3025222746669380053_o.jpg

Em locais de clima mais frio, a doninha, assim como seu parente o arminho, troca sua pelagem e fica inteiramente branca durante o inverno a fim de se camuflar na neve. Na primavera, a pelagem normal reaparece.

14138757_10210974696390440_5969112274434143506_o

Este animal pode ser encontrado na Europa, Ásia e América do Norte, geralmente em áreas mais ao norte, mas já foi encontrada também no norte da África.

Foi acidentalmente introduzida pelo homem na Austrália e na Nova Zelândia.

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mustela_nivalis)

Advertisements
Featured post

Tudo começou com um convite para jantar em casa de amigos. Sobremesa estava por minha conta. A minha noiva sugeriu uma fresca Mousse de Caipirinha que o meu irmão outrora nos havia dado a conhecer mas, eu resolvi ir um pouco mais além e criar a minha receita. Foi então que surgiu o DELICIOSO cheesecake de caipirinha!

Vamos aprender como se faz?

Para a base:

Ingredientes:

Photo 03-09-17, 20 16 21

Modo de preparação:

Triturar bem as bolachas. Derreter lentamente a margarina em lume brando. Verter a margarina nas bolachas e mexer inicialmente com colher de pão e após arrefecer um pouco, remexer com as mãos. ( Não tenham medo de sujar as mãos :p )

Colocar este preparado numa tarteira e assentar bem com as mãos de forma a deixarem uma base sólida e homógenea. Colocar no frigorifico e reservar.

Para o recheio e topo:

Ingredientes:

  • 2 pacotes de queijo quark
  • 1 lata de leite condensado (não cozido)
  • 2 limas (tamanho médio)
  • 50 cl de cachaça
  • 1 pacote de gelatina neutra
  • 1 pacote de gelatina de limão

 

Modo de preparação:

Numa panela, misturar a lata de leite condensado, o queijo quark e levar a lumePhoto 03-09-17, 20 14 51 brando. Enquanto se mistura, espremer bem o sumo das limas. Adicionar os 50 cl de cachaça. Poderão usar a lata de leite condensado como medida e adicionar cachaça mais a gosto. Por fim, adicionar o pacote de gelatina neutra e continuar sempre a mexer até engrossar. Deixar arrefecer um pouco.

Após arrefecer ,despejar uniformemente por cima da base que já deverá estar fresca.

Levar novamente ao frigorifico.

(a meu gosto após este arrefecer novamente adicionei por cima umas raspas de lima)

No final preparar uma gelatina de limão, cortando um pouco na quantidade água quente e de água fria e adicionar por cima do preparado para ficar mais concentrado.

Levar novamente ao frigorifico por 2 a 3 horas.

Servir bem fresco, acompanhado de um bom vinho e de boa companhia.

 

Keep It Simple, Keep It Stupid

(página do facebook)

 

 

Por terras do Douro – Freixo de Espada à Cinta

Adoro o que faço profissionalmente e cada dia mais e mais sem algum arrependimento. A exigência quer física quer psicológica, o stress e acima de tudo, a minha grande liberdade. O bom do que faço, para mim, é este por vezes levar-me a novos sítios, conhecer novos locais e explorar por mim mesmo tudo o que possa.

Desta vez fui levado para Freixo de Espada à Cinta. Não é a primeira vez que lá vou mas, definitivamente, é a primeira vez que lá fui e com tempo de explorar.

Freixo de Espada à Cinta é uma vila portuguesa, pertencente ao Distrito de Bragança, Região Norte e sub-região do Douro, com 3 780 habitantes (2011).

Brasão de Freixo de Espada à Cinta Bandeira de Freixo de Espada à Cinta
Localização de Freixo de Espada à Cinta
Gentílico Freixiense, freixenista, freixonista e freixonita.
Área 244,14 km²
População 3 780 hab. (2011)
Densidade populacional 15,5  hab./km²
N.º de freguesias 4
Presidente da câmara municipal Maria do Céu Quintas (PSD)
Fundação do município (ou foral) 1152
Região (NUTS II) Norte
Sub-região (NUTS III) Douro
Distrito Bragança
Antiga província Trás-os-Montes e Alto Douro
Orago São Pedro
Feriado municipal Segunda-feira subsequente ao Domingo de Páscoa
Código postal 5180
Municípios de Portugal

É sede de um município com 244,14 km² de área e 3 780 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Mogadouro, a leste e sul pela Espanha (especificamente nos municípios de Mieza, Vilvestre, Saucelle, Hinojosa de Douro, e A Fregeneda), a sudoeste por Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa e a oeste e noroeste por Torre de Moncorvo.

“Freixo de Espada Cinta – vila em Portugal na província Tarraconense, creio que tomou este nome de um que se chama Freixo, que a edificou na destruição de Espanha, e era primo de D. Rezendo que jaz em Cellanova, que fundou o Mosteiro do Monte em Cordova, e trazia por armas uns feixes com uma espada e as pôs nesta vila donde lhe chamam, e isto é o porque a geração dos Freixes em Galiza traz esta espada por armas” por João de Barros.

Algo que me chamou logo à atenção, visto estar com tempo e com disponibilidade, enquanto procurava uma pastelaria para tomar um café e comer algo, foram placas informativas com vários tipos de indicações sendo para mim as mais importantes: Centro Histórico e Miradouros.

Fui rapidamente dar um pequeno passeio pelo Centro Histórico ao qual me deparei com a Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta.

A Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta ou Igreja de São Miguel é um templo no concelho de Freixo de Espada à Cinta, na União das Freguesias de Freixo de Espada à Cinta e Mazouco. É uma igreja salão de arquitetura manuelina.

photo-31-01-17-11-40-20

Sobrevivem no seu interior as pinturas e parte da decoração de um antigo retábulo pintado entre 1520 e 1535 e que terá sido desmontado na época barroca. O seu pintor foi provavelmente um discípulo de Grão Vasco. Ao todo são 16 painéis de pequena dimensão representando cenas da vida da Virgem (Encontro na Porta Dourada, Anunciação, Natividade, Epifania, Apresentação de Jesus no Templo, Fuga para o Egito, Jesus entre os doutores e Assunção de Maria) e da paixão de Cristo (Última Ceia, Oração de Cristo no horto, Prisão de Cristo, Ecce Homo, Calvário, Lamentação de Cristo, Ressurreição e Pentecostes).

O bom e mágico destes meus “passeios”é a procura de conhecer um pouco mais dos locais que visito e exploro e estudar posteriormente em casa no meu sossego. Na frente desta imponente igreja, encontra-se uma estátua de Jorge Àlvares. Quem foi?! Também eu tive curiosidade em procurar saber.

photo-31-01-17-11-40-36

Jorge Álvares (Freixo de Espada à Cinta, data incerta – China, 8 de Julho de 1521) foi um explorador português, o primeiro europeu a aportar na China, por via marítima, e, em 1513, a visitar o território que atualmente é Hong Kong .

Foi um dos portugueses que, de Malaca, se dirigiram à China, sendo o primeiro a chegar à China, em 1513, na região sul, a mando do Capitão ou Governador de Malaca português, Jorge de Albuquerque, sobrinho do conquistador Afonso de Albuquerque.

Pela hora de almoço com o apetite apenas de querer conhecer mais, decidi desta vez, seguir em direção ao tal Miradouro. O desconhecimento era imenso e fui andando mas a hesitação começou a surgir após cada galgar de quilómetro. Miradouro de Penedo Durão dizia uma placa. O nome surgiu-se mais aliciante e não desisti desta minha investida. Definitivamente valeu a pena esta minha teimosia.

photo-31-01-17-13-57-56

Penedo Durão é isso mesmo, tal como o nome anuncia, é um enorme penedo ou rochedo que se ergue sobre a margem direita do rio Douro. No seu topo existe um miradouro, que, para além as excelentes vistas que oferece, constitui um local privilegiado de observação de aves. Este miradouro encontra-se no fim da estrada numa espécie de parque de estacionamento com mesas de piquenique.

Certamente que há muito mais a explorar por esta tão bela região mas, desta vez, foi o que se pode fazer. Zona a ser visitada e de enorme beleza.

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Freixo_de_Espada_%C3%A0_Cinta)

(Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Matriz_de_Freixo_de_Espada_%C3%A0_Cinta)

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_%C3%81lvares)

The Lingerie Experience

Sábado passado, dia 20, tive uma experiência nova com minha namorada e companheira. Fomos jantar fora como tantas vezes já o fizemos mas, desta vez, fomos a convite, por parte do blogue dela (69Letras) ao “The Lingerie Restaurant”.

Não sou pudico ou algo parecido, muito pelo contrário mas, nunca foi um mundo que me criasse assim muita curiosidade e nem sei explicar bem o porquê.

O conceito já existe há mais de uma dezena de anos e finalmente fui, ou fomos, conhecer o conceito.

(Infelizmente não pude registar fotograficamente tudo da noite por respeito aos outros clientes presentes.)

Não imaginava algo tão profissional e tão excelente como se desenrolou esta experiência. Chegamos pelas 21h e mal mencionamos o nome da minha namorada fomos acompanhados até à nossa mesa, que nos esperava, por uma menina vestida apenas com um body preto. Os rapazes por sua vez andavam apenas com um boxer. Corpos bonitos de ambas as partes.

Toda a casa muito bem decorada com o que parecem ser paredes almofadas de veludo vermelho, com uns candelabros engraçados pendurados nos tetos e um varão no meio da sala.

Entradas excelentes, muito bem apresentadas, super saborosas e um pão por elemento de casal bastante sugestivo.

photo-21-01-17-21-23-50

Os pratos, de nomes divertidos e eróticos deixou-nos um pouco na dúvida. Um “Bacanal na praia” para ela e um “Minete à antiga” para mim e um bom tinto a acompanhar a refeição.

photo-21-01-17-21-54-39

No final do jantar, talvez pelo excesso de trabalho semanal, cansados, ela já me estava a perguntar se podíamos ir embora. Sem saber o que se iria passar mais, disse para ficarmos mais um pouco e aproveitarmos mais a nossa noite. Ainda bem que ficamos. O espetáculo ainda não havia começado.

Noite começou realmente com o striptease, quer feminino, quer masculino. Corpos bonitos, bem torneados e atrevidos. Tudo feito controlado pelo próprio cliente. Existem umas placas com três cores de cartão, verde, amarelo e vermelho, que funcionam igualmente a um semáforo.

photo-21-01-17-23-27-28

A verde dá a permissão de interação do stripper com a mesa e o vermelho proíbe essa interação. Existe igualmente o conceito dos dólares que poderão ser adquiridos anteriormente ao espetáculo. Estes dólares servirão para bonificar o stripper e de certa maneira interagir um pouco mais com o espetáculo.

Resumidamente, a noite foi excelente. Ótima companhia, num ambiente divertido e diferente. Empregados de mesa super simpáticos e interativos com as pessoas. Espetáculo agradável e muito sugestivo. Experiência a repetir um dia.

Obrigado ao The Lingerie Restaurant por tão agradável serão. Convido toda gente a experimentar.

Bolo de maçã light

Mais uma vez voltei à cozinha. Não é que não goste de cozinhar pois até gosto e sou muito cuidadoso no que faço mas, sou muito prático no que cozinho só que vivendo com alguém temos de deixar de pensar só em nós e surpreender a outra pessoa.

Desta vez fiz uma sobremesa, uma experiência, que como sempre adulterei e criei como minha pois dou sempre um toque extra.

Ingredientes:

 

  1. Farinha de aveia (1 caneca)
  2. Fermento em pó (1 colher de sopa rasa)
  3. 4 Maçãs (3 médias sem casca para a massa e 1 com casca para fatiar por cima)
  4. 2 Ovos (1 completo e 1 clara do outro)
  5. 1 Banana.
  6. Mel (1 colher de sopa)
  7. Canela

Modo de preparação:

  • Junte a farinha de aveia com o fermento em pó numa tigela e reserve;
  • Descasque duas maçãs retirando o caroço e coloque na liquidificadora;
  • Junte a banana fatiada;
  • Adicione 1 ovo completo mais 1 clara de um outro;

photo-05-12-16-19-51-24

  • Liquidifique bem;

photo-05-12-16-19-53-43

  • Misture este batido na tigela com a farinha de aveia até formar uma massa;
  • No meu caso nesta mistura adicionei umas sementes e uma colher de mel para adocicar um pouco;

photo-05-12-16-20-02-11

  • Coloque tudo numa forma um pouco untada (usei óleo de coco);
  • A outra maçã fatie com casca e decore na massa;

photo-05-12-16-20-11-24-1

  • Leve ao forno a 180º por 30 minutos;
  • Após arrefecer adicione canela em pó a gosto.

Espero que gostem. É fácil de se fazer e no meu caso fácil de se comer.

Pisco de Peito Ruivo – Erithacus rubecula

O pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) ou simplesmente pisco, também chamado regionalmente, pintarroxo, papo-ruivo ou papo-roxo, é uma pequena ave que se reconhece facilmente pela mancha alaranjada que lhe ornamenta o peito. É uma ave de canto melodioso e persistente.

screenshot-2016-12-20-22-43-57

É uma ave pequena, com cerca de 14 cm. Reproduz-se em matas, jardins e na orla de florestas, geralmente com alguma vegetação densa e com áreas abertas. No Norte da Europa prefere matas de abetos, com algumas árvores caducifólias e também florestas mistas. Alimentam-se de insetos, caracóis, minhocas entre outras coisas. Presente na Europa, em florestas húmidas mistas e de folha caduca, com grande densidade de ramos baixos, parques, jardins com arbustos, perto de água. São em geral residentes, mas os da Escandinávia migram para sul no inverno.

Pisco-de-peito-ruivo
photo-01-11-16-08-48-20
Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Muscicapidae
Género: Erithacus
Espécie: E. rubecula
Nome binomial
Erithacus rubecula
Lineu, 1758

Os adultos apresentam o peito e a testa de cor laranja ferrugínea muito característica. Os juvenis são castanhos com pintas abundantes castanho amarelado e mudam para a plumagem de adulto ao fim de um ano.

13975282_10210718186457852_7811309470436634923_o

Esta espécie é monogâmica e territorial. Os ninhos podem localizar-se em buracos no solo, taludes, muros, por entre raízes de árvores velhas e no interior de casas abandonadas. O ninho é volumoso, com uma base feita de folhas secas, e uma “tigela” central de musgo, ervas e pequenas folhas, revestida de material mais fino, incluindo cabelos, fibras vegetais e ocasionalmente penas.

13726682_10210514282000368_3750306119262766341_n

A postura geralmente é constituída por 4 a 6 ovos brancos ou ligeiramente azulados, com um número variável de pequenas manchas avermelhadas. A incubação dura 13 a 14 dias, e as crias permanecem no ninho em média cerca de 13 dias antes de o abandonarem.

Enroladinho de frango

Paleo. Dieta ou alimentação do paleolítico. Ainda esta semana que passou, na conversa com familiares e amigos, sobre este tema, percebi que estes pensavam que comeria bagas, sementes e rebentos e afins. Acabou a ter a sua piada mas, não é de todo verdade.

Eu ou quem segue a alimentação do paleolítico acaba por o fazer não enquanto dieta mas estilo de vida que envolve reduzir ao máximo os processados, eliminar ao máximo os açúcares e ingerir mais proteínas e mais gordura (saudável obviamente).

Admito que entrei nesta alimentação um pouco de pé atrás inicialmente mas com o tempo este estilo de vida tem vindo a conquistar-me diariamente. Hoje sinto-me muito bem em ser paleolítico! Aprendi a ingerir alimentos que antes não ingeria, aprendi a fazer os jejuns intermitentes e acima de tudo aprendi a fazer pratos fenomenais ricos em sabor!

Hoje trago o último prato que fiz, de surpresa para a minha bela namorada, e que nos deliciou imenso.

Receita de enroladinho de frango em bacon:

  1. 1 peito de frango aberto em bife
  2. fatias de bacon q.b.
  3. queijo ralado (a gosto)
  4. espinafres (em folha congelados do Lidl)
  5. especiarias

para acompanhar:

  1. 3 batatas doces médias
  2. 90g de queijo Quark
  3. pimenta preta (a gosto)

 

  • Comece por abrir o peito de frango num bom bife e por temperar. Não use sal em nenhum ponto da receita pois não irá sentir necessidade.

photo-30-11-16-20-10-18

  • Tempere com pimenta , cebolinho e um pouco de oregãos.
  • Regue com um cheiro de vinho branco e deixe repousar um pouco.
  • Faça uma boa cama de bacon fatiado de forma cruzada para tentar que depois de enrolado se aguente bem.

photo-30-11-16-20-12-57

  • Coloque o frango aberto nesta cama.
  • Recheie o frango com queijo ralado, a gosto e com espinafres ou com outro vegetal que queira parecido.

photo-30-11-16-20-19-52

  • Enrole o frango e prenda com palitos, caso haja necessidade.

photo-30-11-16-20-23-00

  • Feche a cama de bacon e novamente, prenda com palitos, caso haja necessidade.
  • Leve ao forno a 200º por 20 minutos.

A acompanhar o enroladinho no forno faça um puré de batata doce.

  • Descasque 3 batatas médias (para 2 pessoas)
  • Deixe cozer bem e passe a batata.
  • Misture bem com 90 a 100g de queijo Quark.
  • Adicione pimenta a gosto.
  • Coloque na forma com o enrolado e vai ao forno.

Fica um prato delicioso, com uma mistura de vários sabores explosivos e que bem acompanhado por um bom vinho faz as delicias da malta.

photo-30-11-16-22-28-17

Espero que gostem.

 

Chapim Rabilongo – Aegithalos caudatus

Anilhagem, um pequeno hobbie pelo qual sou inteiramente apaixonado desde Setembro de 2011. Relaxante, apaixonante e de grande contacto com a natureza.

O que é a anilhagem?! A anilhagem cientifica de aves constitui uma ferramenta indispensável para o estudo científico das aves e das suas migrações. É utilizada habitualmente em diversos projetos que decorrem no âmbito do ICNF.

Desde tempos remotos as aves fascinam as pessoas, que lhes invejam a capacidade de voar, admiram a exuberância notável de cores e formas, e escutam maravilhadas o canto harmonioso de muitas espécies. Por outro lado, os hábitos das aves, e muito em especial os seus movimentos migratórios, também despertam a nossa curiosidade e representam fonte inesgotável de inspiração. Os hábitos diurnos, tão característicos da maior parte das espécies de aves, contribuem para tornar mais visível este grupo animal e ajudam-nos a explicar esta atração.

A anilhagem científica é um método de investigação baseado na marcação individual das aves, em geral com uma pequena anilha de metal onde se encontra gravada uma combinação de caracteres única. Qualquer registo da recuperação de uma ave anilhada, obtido através da sua recaptura e posterior libertação, ou quando a ave é encontrada já morta, pode fornecer muita informação útil acerca da vida dessa ave e, em particular, sobre os seus movimentos.

941478_10203281424143442_2023764973_n

Através da interpretação dos dados morfológicos e biométricos obtidos durante a atividade de anilhagem é possível obter um conhecimento mais profundo das diversas espécies e respetivas populações, bem como sobre as características dos indivíduos que as compõem. Assim, quando uma ave cai na rede de um(a) anilhador(a) este(a) procura obter a maior quantidade possível de informação, atuando de acordo com os procedimentos estabelecidos pela Central de Anilhagem do país onde foi efetuada a captura. Em situações especiais podem aplicar-se outras normas, na medida em que tal seja estritamente necessário e autorizado, quando estudos específicos assim o exijam.

A análise das deslocações de aves anilhadas permite definir as suas rotas migratórias e conhecer as áreas de repouso ou paragem. Fica, deste modo, disponível informação crucial para orientar medidas de conservação efetivas e para guiar no planeamento de sistemas integrados de áreas protegidas para defesa da avifauna.

Neste primeiro artigo falo de uma pequena ave, o Chapim Rabilongo. Deixo aqui algumas curiosidades do mesmo.

O chapim-rabilongo (Aegithalos caudatus) classificado na super ordem Passeri, subordem Passerida e família Aegithalidae, encontra-se nos bosques e florestas de grande parte da Península Ibérica. Ainda que pertença a uma família distinta dos “verdadeiros” chapins, a família Parus, estas duas famílias estão intimamente relacionadas.

photo-19-11-16-09-42-28

Distingue-se pela sua cauda, com cerca de oito a nove centímetros, mais longa que o resto do corpo. Mede cerca de 14 cm a 16 cm (do bico à cauda) e tem um peso de cerca de dez gramas.

No norte da Europa existe a subespécie A. c. caudatus que apresenta cabeça branca e as asas quase todas brancas, enquanto a subespécie A. c. rosaceus, na Europa ocidental, é caracterizado por uma larga faixa escura em arco por cima do olho, as escapulares de cor amarela rosada intensa, uropígio e painéis das asas esbranquiçados. Na Europa central existem populações de formas mistas das duas formas. Os juvenis apresentam as bochechas e o pescoço escuros, não apresentando os flancos rosáceos como os adultos.

Os rabilongos na península ibérica são mais escuros, com os lados da cabeça riscados, os flancos de cor de vinho e o dorso quase preto, com a cauda comparativamente mais curta.

Encontra-se em jardins, parques e bosques caducifólios abertos e mistos, preferindo as aveleiras e arbustos. No verão alimentam-se principalmente de pequenos insectos e aracnídeos mas não rejeitam rebentos e pequenos frutos. No inverno alimentam-se de sementes gordas.

screenshot-2016-11-20-20-28-44

Durante o inverno é frequentemente avistado em companhia de outros chapins, mas sempre em pequenos bandos. Não é demasiadamente territorial, fazendo por vezes ninhos próximos uns dos outros.

Os chamamentos são um “tserr” áspero, semelhante ao da carriça, um “tett” chiado e um “srii-srii-srii”. O canto é um trinado fraco, monótono, “sii uiuiuiuiui”, semelhante ao do chapim-azul.

Constrói ninhos muito elaborados em forma de bolsa e com entrada lateral, usando musgo, pelos de animais e penas, fixando o conjunto com teias de aranha. O ninho é ampliado conforme as crias vão crescendo. A postura consiste em oito a doze ovos brancos com pintas vermelhas. Os ovos são incubados durante 12 a 14 dias.

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chapim-rabilongo)

Mercado do Bolhão

Uma das grandes maravilhas de se namorar (e viver) com uma lisboeta no Porto é que tudo é novidade para ela, o que nos faz passear bastante por esta bela cidade.

Desta vez, o passeio, foi a um marco histórico da cidade, o Mercado do Bolhão. Verdade seja dita, já não visitava este mercado, talvez há 15 ou 16 anos. Infelizmente encontra-se muito degradado e em mau estado, necessitando das tão badaladas obras de recuperação. Obviamente, tendo já a experiência do Mercado do Bom Sucesso, os vendedores do Mercado do Bolhão temem o que lá pode acontecer com a reestruturação.

photo-29-10-16-10-27-35

Deixo aqui um pouco desta visita.

O Mercado do Bolhão é um dos mercados mais emblemáticos da cidade do Porto, em Portugal.

A sua construção caracteriza-se pela sua monumentalidade, própria da arquitectura neoclássica. Os vendedores no mercado distribuem-se por dois pisos. Existem quatro entradas principais a diferentes cotas: a entrada sul dá acesso ao piso térreo é feito pela Rua Formosa, as entradas laterais pela Rua de Sá da Bandeira e pela Rua Alexandre Braga dão acesso a um patamar intermédio com escadarias que ligam ambos os pisos, e finalmente, a entrada norte pela Rua de Fernandes Tomás, que dá acesso directo ao piso superior.

photo-29-10-16-10-29-15

O Mercado do Bolhão é vocacionado sobretudo para produtos frescos, sobretudo alimentares. Os vendedores estão divididos em diferentes secções especializadas, designadamente: zona de peixarias, talhos, hortícolas e florais. Na parte exterior do edifício existem lojas de outras variedades, como vestuário, cafetaria, perfumarias, tecidos, etc.

O edifício do mercado foi homologado como imóvel de interesse público em 22 de Fevereiro de 2006. Em 2013 foi classificado como monumentos de interesse público.

O Mercado do Bolhão situa-se na freguesia de Santo Ildefonso, delimitado a norte pela Rua de Fernandes Tomás, a sul pela Rua Formosa, a este e oeste pelas ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira, respectivamente. Integrada na Baixa do Porto, a zona de que o mercado é expoente é conhecida por ser uma área de lojas tradicionais dedicadas a produtos alimentares. Para além do Mercado do Bolhão, situam-se ao seu redor mercearias finas, tais como a “Casa Chinesa”, a “Casa Transmontana” e a “Pérola do Bolhão”.

As origens do Mercado do Bolhão, um dos edifícios mais emblemáticos da cidade, remontam a 1839, quando a Câmara do Porto decidiu construir uma praça em terrenos adquiridos ao cabido. Neste local existia um extenso lameiro, atravessado por um regato que ali formava uma bolha de água, de que resultou o nome do mercado,’Bolhão’. Alguns anos depois, esta praça foi melhorada com a construção de rampas de acesso e barracas de madeira no corredor central do mercado. Mais tarde, no início do século XX, os dirigentes da cidade decidiram construir fora do burgo um novo mercado, de forma a assegurar o abastecimento de alimentos que permita a expansão da cidade, foi então que em 1910 surgiu um ante-projecto do arquitecto Casimiro Barbosa, que previa um edifício com duas alas, tendo a Rua de Sá da Bandeira como eixo central. Contudo este projecto foi abandonado por razões económicas, acabando por ser construído, em 1914, o actual edifício, num projecto desenhado pelo arquitecto Correia da Silva. Tratou-se de uma obra de vanguarda para a época, devido à utilização do betão armado em conjugação com estruturas metálicas, coberturas em madeira e cantaria de pedra granítica. Ao longo da sua história, o mercado foi sofrendo algumas alterações, ocorrendo na década de 40 a construção do piso que divide o edifício, fazendo a ligação das entradas entre as ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira.

“The Bolhão Market is the most famous in the city and in 2006 it was classified as a place of public interest. Dating back to 1850, with a singular structure with two floors, it is characterised by the monumentality of its neoclassic architecture. On the exterior, the market is divided into a large number of shops, facing the four surrounding roads: Fernandes Tomás, to the North, Alexandre Braga, to the East, Formosa, to the South, and Sá da Bandeira to the West. Dedicated mainly at fresh products, its sellers are divided into different specialised sections, namely: fishmongers, butchers, green grocers and florists.”

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mercado_do_Bolh%C3%A3o)

Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto

Este fim de semana foi um fim de semana diferente. Fomos à terra festejar em família um aniversário. Já lá estávamos e estávamos, por isso, nada como aproveitar e passear um pouco por mais uma bela terra do nosso fabuloso país, Cabeceiras de Basto.

Cabeceiras de Basto é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e sub-região do Ave, com cerca de 4 600 habitantes.

É sede de um município com 241,82 km² de área e 16 710 habitantes (2011), subdividido em 12 freguesias. O município é limitado a norte por Montalegre, a nordeste por Boticas, a leste por Ribeira de Pena, a sueste por Mondim de Basto, a sul por Celorico de Basto, a oeste por Fafe e a noroeste por Vieira do Minho.

Localização de Cabeceiras de Basto
Gentílico Cabeceirense
Área 241,82 km²
População 16 710 hab. (2011)
Densidade populacional 69,1  hab./km²
N.º de freguesias 12
Presidente da
câmara municipal
Francisco Alves (PS)
Fundação do município
(ou foral)
1514
Região (NUTS II) Norte
Sub-região (NUTS III) Ave
Distrito Braga
Antiga província Minho
Orago São Miguel
Feriado municipal 29 de setembro (S. Miguel)
Código postal 4860

Foi nesta bela terra em passeio, cheguei a conhecer o Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto e é sobre ele que escrevo hoje.

photo-14-11-16-13-51-01

O Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto, também referido como Convento de Refóios, localiza-se na freguesia de Refojos de Basto, concelho de Cabeceiras de Basto.

O primeiro documento relativo ao Mosteiro data de 1122. Pouco mais tarde, em 1131, D. Afonso Henriques concedeu carta de couto ao mosteiro.

As obras do atual edifício tiveram início em 1755, sendo acordadas entre o arquiteto bracarense André Soares e o então abade, Frei Francisco de São José. Na fase final das obras registou-se a chegada ao mosteiro de Frei José de Santo António Vilaça, que ali trabalhou de 1764 a 1770.

Com a a extinção das ordens religiosas (1834), o Estado alienou o imóvel.

O conjunto da igreja e sacristia encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 31 de Agosto de 1933.

A fachada da igreja distingue-se pelas suas grandes dimensões. Nos lados direito e esquerdo estão colocadas as estátuas em tamanho natural do fundador da Ordem de São Bento – São Bento de Núrcia -, e de Santa Escolástica.

photo-14-11-16-12-11-32

É o único dos 29 mosteiros Beneditinos em Portugal a possuir um zimbório.

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_S%C3%A3o_Miguel_de_Refojos_de_Basto)

 

Create a free website or blog at WordPress.com.

Up ↑

%d bloggers like this: